Dia 27 de abril tivemos uma novidade na FKBH. Eram quase 20
horas quando os karts foram para a tomada de tempo da etapa noturna, uma
experiência que nem todos os pilotos estão acostumados!
Pedro Giovannini conquistou a pole e, na largada, já
disparou na frente. Cris Hamilton que largou em segundo perdeu a posição para
Mateus Marlon, e logo depois para Fernando Stricker, com quem protagonizou boas
disputas.
Mateus começou uma investida forte pra cima de Giovannini
até conseguir a ultrapassagem e assumir a liderança. Numa tentativa de reação,
Giovannini escorrega na curva, não consegue retomar a primeira posição e ainda
perde o segundo lugar para o Sticker.
Cris, que no início da corrida chegou a sofrer pressão do Paulo
Jorge (P.J.), garantiu a quarta colocação. Já o P.J. fez uma boa corrida
conseguindo manter sua boa colocação na classificação.
A corrida terminou super disputada, com os pilotos bem
próximos uns dos outros. Menos de 3 segundos separaram o líder do décimo
colocado! E Mateus Marlon se tornou o Rei da Noite!
O pódio ficou com Mateus Marlon, Fernando Stricker, Pedro
Giovannini, Cris Hamilton e, fechando em quinto lugar, Paulo Jorge.
O campeonato segue disputado… confira a tabela clicando aqui.
Como começou a
correr de kart? O pessoal da firma (incluindo nosso amigo Luiz Fernando)
marcou uma corrida no RBC e em seguida, muitos empolgaram para correr uma vez
por mês e disputar um campeonato. Mas em todas as etapas muitos faltavam e a
galera foi desanimando. Até que o Luiz foi convidado a participar do Anima Kart
e me chamou também. Desde então estou na oitava temporada, sendo a 4ª na FKBH!
Ano de estreia na
FKBH: 2019
Quais foram os
seus melhores momentos na FKBH? O final do campeonato de 2020. Liderei a
tabela grande parte da temporada, mas na penúltima etapa peguei um kart tão
ruim que terminei a corrida umas 10 posições atrás da minha posição do grid! E
na última etapa o Cris fez o que ele tinha que fazer e venceu a corrida,
levando também o campeonato. Mas foi muito bom chegar na última etapa com
chances reais de levar um campeonato tão disputado!
Quem são seus
ídolos no automobilismo? Ayrton Senna pelo exemplo de competência e raça, e
Barrichelo pela resiliência em se manter no automobilismo e fazer o que ama
mesmo sob tantas críticas negativas.
E os pilotos que
você admira na FKBH? Acho o Stricker um grande estrategista e o Cris pela
paixão pelas corridas que ele demonstra.
Por que usa o
número 44? É o final da placa do meu carro véio!! Um GM Tigra 1998, placa
CXZ-0444.
Seu capacete tem algum significado? Comprei o capacete preto fosco pra seguir o estilo da minha moto. Acabei utilizando para as corridas de kart também e, por coincidência, ele segue o estilo do macacão e do tênis que uso para correr, preto com detalhes vermelhos.
Quais são seus
objetivos na temporada 2022? Apesar dos resultados não muito bons nas 2
primeiras etapas, a vitória no 3º round me motivou a buscar o título! Mas sei
que o nível do campeonato é muito elevado e ficarei muito feliz se igualar o meu
resultado de 2020, quando consegui o vice-campeonato.
Carro dos sonhos:
Porsche 911 Carrera S Geração 993, com câmbio manual. Esse é o responsável pela
minha paixão por carros! Aos 9 anos de idade, em 1994 quando meu pai comprou
nosso 1º computador, ganhei o 1º jogo da série The Need For Speed… Eu adorava
correr com o 911 porque ele era o mais difícil de controlar as saídas de
traseira!
Carro de F1
favorito: A McLaren do Ayrton!
Circuito favorito:
Precisa ser de Fórmula 1? Um dos meus sonhos no automobilismo seria correr de
Porsche 911 em Nürburgring!
A terceira etapa só foi tranquila para Pedro Giovannini, que
largou em segundo, chegou à liderança na segunda volta e abriu 7 segundos de
vantagem para o segundo lugar ao final da corrida.
Para o resto dos pilotos a corrida foi bem disputada e com
alguns incidentes. Pablo Nascimento, que largou em primeiro, acabou rodando
sozinho quando estava em segundo lugar. Caiu para 14º mas conseguiu recuperar e
ainda chegou 7º.
Renato Americano, que na primeira volta se envolveu numa
confusão que lhe custou 7 posições também foi se recuperando ao longo da
corrida e cravou a 5º colocação no pódio.
Para PJ, Álvaro, Cris e Luiz Fernando, a corrida foi para
esquecer. Todos eles chegaram a ocupar boas posições, porém, com os incidentes
sofridos, perderam suas colocações. Quem se beneficiou com isso foi o Sérgio
Salomão e o Fernando Stricker que saíram de 15º e 10º e chegaram em 3º e 4º
respectivamente.
Mateus Marlon chegou em 2º lugar na corrida, porém teve uma penalização em pontos por ter causado um incidente. A etapa terminou com Pedro Giovannini, Mateus Marlon e Sérgio Salomão, seguido de Fernando Stricker e Renato Americano.
Como começou a correr de kart? O Piloto da FKBH Ricardo Araújo é meu vizinho e sempre comentava a respeito das corridas; no final de 2017 numa conversa, falei com ele: “Quero correr de kart também, como faço?” Então, ele me passou o contato da Diretoria e entrei para FKBH.
Ano de estreia na FKBH: 2018
Quais foram os seus melhores momentos na FKBH? O primeiro foi a recepção, na época eu atravessava uma fase muito difícil financeira, profissional e emocionalmente; quando cheguei no kartódromo para a primeira corrida, tinha que pagar 3 etapas antecipadamente, minhas pratinhas davam para paga aquela etapa. Então, fiquei na minha ali na recepção; de repente o Sérgio Salomão me abordou e perguntou se uu não iria correr, disse que não tinha levado dinheiro suficiente para pagar três etapa; ele conversou com o pessoal do kartódromo e então, pude fazer minha primeira corrida.
Um segundo fato interessante, foi quando levei o Raul a primeira vez no kartódromo, ele andaria numa bateria de kart convencional logo depois da nossa etapa, era a primeira vez dele correndo numa pista. O Sérgio Salomão me advertiu: “Você vai deixar seu filho correr no meio de gente que Você não conhece? Coloca o menino para andar junto com a gente na nossa bateria.” E foi assim que o Raul começou andar de kart. E por último na primeira etapa de 2022 larguei em 7º lugar, minha melhor classificação de largada.
Quem são seus ídolos no automobilismo? Niki Lauda e Fangio, Ayrton Senna também.
E os pilotos que você admira na FKBH? Stricker pela simpatia, Zé Maurício pela cordialidade e referência, Luciano pela alegria e descontração, Sérgio por manter o grupo e o propósito do grupo.
Por que usa o número 66? Por ser um número folclórico em função da besta do Apocalipse.
Seu macacão e cores tem algum significado? Sim, são alusivos à marca da minha empresa Previação.
Seu capacete tem algum significado? Não. Mas quero fazer um capacete com pintura personalizada, está nos planos de investimentos para 2022. Se os campeonatos do Raul deixarem. Rsrsrsrs.
Quais são seus objetivos na temporada 2022? A minha classificação na primeira etapa de 2022 me deixou bastante animado, quero estar mais próximo dos Top 10.
Carro dos sonhos: Minha Toyota Bandeirante, sonhei com ela por muitos anos e hoje a tenho há 11 anos.
Carro de F1 favorito: A Lotus de quando o Senna começou na F1, é emblemático.
Circuito favorito: Mônaco, gostaria de dar uma volta por lá.
Grato pela oportunidade de compartilhar com vocês um pouco da minha vivência na FKBH, aprendi muito depois que passei a conviver com vocês e realmente gera ansiedade por quando haverá a próxima etapa. Que todos tenhamos um 2022 de muitas realizações.
No dia 12/03 aconteceu a segunda etapa da temporada 2022.
Ela foi marcada pela alternância nas primeiras posições. Foram 4 líderes diferentes.
Uma briga espetacular!
Com a inversão do grid, PJ estava na pole, seguido de Rodrigo Moreira. Já na segunda volta, Rodrigo ocupava o primeiro lugar com Mateus Marlon em segundo. Em poucas voltas, Mateus fez a ultrapassagem em Rodrigo. Na volta 14 Rodrigo reassume a ponta levando consigo Fernando Stricker atrás. E na volta seguinte, Stricker assume a liderança do pelotão para cruzar a linha de chegada após 20 voltas. Mateus consegue reassumir o posto de segundo lugar e Rodrigo perde a terceira posição para Cris Hamilton na última volta. João Henrique completou o pódio com uma excelente corrida.
Como começou a
correr de kart? Na infância e adolescência, com kart emprestado de um
primo, em uma época que nem se sonhava com a possibilidade de rental kart.
Depois, já adulto, retornei às corridas, em uns campeonatos bem improvisados,
pois ainda não estávamos nesse grau de desenvolvimento dos campeonatos que
temos hoje, com organização quase profissional.
Ano de estreia na FKBH: Foi no meio de 2017, a convite do Cris, no ano em que retornei para valer aos campeonatos, pois estava parado desde final de 2012.
Quais foram os seus melhores momentos na FKBH? Todas as disputas que temos propiciam excelentes momentos, porque está é a tônica do esporte, mas subir no pódio após essas disputas é muito bom. Felizmente este ano tive a felicidade de estrear bem.
Quem são seus
ídolos no automobilismo? A tríade principal
brasileira, com destaque para o Nelson Piquet. Mas admiro todos os
profissionais que se destacam no Brasil em razão da maior dificuldade que nosso
país impõe para o desenvolvimento do esporte.
E os pilotos que
você admira na FKBH? Vários. Tanto pelo aspecto pessoal quanto pelo da
competição. Destaco na pista a dificuldade de ultrapassar e vencer o Stricker,
Sérgio e Cris, sem desmerecer outros. Mas esses três raramente erram, o que
dificulta minha vida bastante.
Por que usa o número
75? É o ano que nasci e não me lembro de algum piloto de maior destaque
usá-lo, nem no profissional, como o Valentino Rossi (46 por exemplo), nem nos
campeonatos de kart que participo. Então creio que ele é único.
Seu macacão e
cores tem algum significado? Não. Devo inclusive arrumar outro esse ano,
mais escuro, para esconder melhor a sujeira… rsrsrs
Seu capacete tem
algum significado? Não, mas foi inspirado no Randy Mamola, com linhas
simples mas bem marcantes.
Quais são seus
objetivos na temporada 2022? Ser campeão.
Carro dos sonhos:
Ferrari F40.
Carro de F1
favorito: Williams FW-10 de 1986
Circuito favorito:
Não dá para dizer só um, mas pela ordem: Spa- Francorchamps, o Velho
Nurburgring, Monza, Suzuka e Interlagos.
Profissão:
propagandista (representante de medicamentos)
Como começou a
correr de kart? Sempre sonhei em correr de kart desde criança. Mas nunca
tive condições/oportunidade. Em 2018 fui com um grupo de amigos e eu nunca vou
esquecer da sensação quando acelerei pela primeira vez. Ali eu percebi que
queria fazer disso um hobby.
Ano de estreia na
FKBH: Estreei em 2019 a convite do Arthur e do Pedro Castro na época.
Quais foram os seus melhores momentos na FKBH? Não me recordo de muitos bons resultados!!!, mas me marcou uma corrida que finalizei entre os 10 primeiros e fiz a volta mais rápida. Talvez os acidentes evitados sejam meus highligths. Ou a presença do meu chinelo na festa de confraternização! (risos)
Quem são seus
ídolos no automobilismo? Sou da primeira geração pós Senna, então iniciei
na fórmula 1 vendo o Rubinho que foi meu primeiro ídolo. Hamilton é o melhor
que já vi correr. Também gosto do Montoya, Schumacher e Alonso. Da geração nova
gosto de Norris, Russel e Sainz.
E os pilotos que
você admira na FKBH? Cris, Arthur, Stricker.
Por que usa o
número 91? É o ano em que eu nasci (1991), inicialmente queria o 17 (o dia que
nasci) mas já estava sendo utilizado por outro piloto.
Seu macacão e
cores tem algum significado? Particularmente não. Azul é minha cor
favorita, mas se eu gostar do layout, tô usando.
Seu capacete tem
algum significado? Gosto da pegada mais simples. Linhas simples. Pretendo
pintar outro capacete no estilo do Alonso.
Quais são seus
objetivos na temporada 2022? Finalizar a temporada pelo menos entre os 12
primeiros.
Depois da ansiosa espera, a temporada 2022 começou no dia 5
de fevereiro, no RBC, quando os karts saíram do parque fechado para a pista, em
busca da melhor volta para formação do grid de largada.
A posição de honra ficou com Álvaro Paiva, com Luiz Fernando
fechando a primeira fila. A segunda fila contou com Cris Hamilton e Sérgio
Salomão.
Dada a largada, Álvaro Paiva começou sua corrida solitária,
sendo pontualmente ameaçado por Cris Hamilton. Porém, a briga pela segunda
posição foi intensa, desde o início, com pegas entre Luiz Fernando e Cris
Hamilton, e Sérgio Salomão com Fernando Stricker, que chegou a ocupar a quarta
posição.
Apesar das belas disputas, o pelotão conseguiu abrir
distância de Pedro Giovannini, que ocupava a sexta posição.
Confira na página pilotos e equipes as novas duplas de 2022, com destaque para a Ferrari Kart, Scuderia Veloce e RP Kart Racing que sairam na frente na pontuação da primeira etapa.
A última etapa da temporada 2021 da FKBH aconteceu no dia 4 de dezembro, no RBC Racing. Os pilotos foram para a tomada de tempo disputando a segunda posição no campeonato, a permanência ou acesso ao G10, além de tentar bater as próprias metas pessoais.
Nesse clima, Bruno Lima conquistou a pole, seguido de Fernando Stricker e Cris Hamilton. Logo na largada, Stricker assumiu a primeira posição e depois das primeiras voltas, onde o Bruno tentou uma reação, começou a abrir uma distância, se consolidando na primeira posição.
Cris, Álvaro Paiva e Rodrigo Moreira começaram a travar uma briga pela terceira posição, o que permitiu que o Bruno também abrisse vantagem e ficasse garantido na segunda posição. A terceira posição foi duelada até o fim da corrida. A cada volta os pilotos se alternavam em suas posições. Não dava para prever o resultado dessa batalha. Na bandeirada, Álvaro Paiva conquistou a terceira posição seguido de Cris Hamilton e Rodrigo Paiva.
Assim, 2021 terminou com o tricampeonato de Thiago Lunard. Fernando Stricker conquistou o segundo lugar na temporada, com Cris Hamilton em terceiro, Mateus Marlon em quarto e Pedro Giovannini em quinto. Confira o resultado completo aqui.
A décima segunda etapa aconteceu no dia 20 de novembro no RBC. Na hora da corrida a chuva tinha dado uma trégua, mas ainda tinham pontos em que a pista estava molhada.
Logo na largada, Fernando Stricker saiu de segundo e assumiu
a liderança. Bruno Lima que largou mal, de primeiro caiu para quarto lugar.
Álvaro Paiva assumiu a segunda posição e Luiz Fernando a terceira.
Nas primeiras voltas, a briga foi grande entre os 3 primeiros. Por causa disso, Bruno começou a se recuperar e ultrapassou o Álvaro e o Luiz Fernando, chegando a encostar em Fernando Stricker. Porém, acabou rodando na freada da curva 2, mesmo lugar que também traiu Cris Hamilton e Pedro Giovannini. A briga foi intensa pela primeira posição até o final da corrida, quando num vacilo de Stricker, Luiz Fernando faturou o primeiro lugar.
A briga pela terceira posição também foi muito acirrada,
entre Tílio Ever, Mateus Marlon, Ricardo Araújo e Luiz Malta. No final da
corrida, Cris Hamilton ainda conseguiu chegar nesse pelotão, mas não tinha mais
tempo para ultrapassagem. A diferença de tempo entre o terceiro e o oitavo
lugar foi de menos de meio segundo!
O pódio foi formado por Luiz Fernando, Fernando Stricker e
Tílio Ever, com Mateus Marlon e Ricardo Araújo completando em 4º e 5º lugares.
O campeão da temporada já estava conhecido por antecipação
desde a etapa passada. Thiago Lunard não participou dessa etapa. Já a segunda
posição na temporada ainda está bem disputada, com cinco postulantes. Stricker,
Mateus, Cris, Pedro Giovannini e Álvaro. E não podemos esquecer da briga pelo
acesso ao G10 também bota um fogo a mais na última etapa de 2021.