A ansiedade tomou conta dos pilotos, que já sofriam com a
abstinência de acelerar. Prova disso foi o qualify, onde alguns, no calor do
momento, confundiram o sentido do traçado e saíram na contramão. Rsrs!
Mas, ansiedade à parte, Fernando Stricker não deu margem
para erros. Garantiu a pole e a converteu em uma vitória segura, escapando das
disputas e confusões da corrida. Uma exibição de força do atual campeão,
deixando seu cartão de visitas para a temporada 2025.
Pablo Nascimento, que largou em 16° após dificuldades no
qualify ao trocar de kart, fez uma escalada impressionante no grid e cruzou a
linha de chegada na segunda colocação. Ele ainda cravou as sete voltas mais
rápidas da corrida, se aproximando perigosamente de Stricker, mas sem tempo
suficiente para um ataque final.
O pódio foi
completado por Paulo Jorge, que garantiu o terceiro lugar após uma boa disputa
com Pedro Castro, quarto colocado. Fechando o top 5, Lúcio Diniz comemorou
muito sua estreia no pódio.
Destaque também para Tilio Ever, que finalizou em sexto, e
para o retorno de Rodrigo Moreira ao grid da FKBH, garantindo a sétima posição.
A temporada 2025 promete ser uma das mais disputadas dos
últimos anos! Alguém se arrisca a fazer palpites sobre quem levará o título?
Na prova final de 2024, os
pilotos queriam encerrar o ano em grande estilo. Enquanto alguns tiveram
desempenhos dignos de fechar a temporada com chave de ouro, outros enfrentaram
eventos que transformaram uma corrida promissora em uma experiência amarga.
No grid de largada, Mateus Marlon
partia da pole position, seguido por Sérgio Salomão, Renato Americano e Luiz
Malta, que conquistou um excelente quarto lugar. Logo atrás, Lucio Diniz também
aspirava uma de suas melhores performances até então. Na largada, Sérgio
assumiu a dianteira e, apesar de várias disputas ao longo da corrida, manteve o
controle da posição durante a maior parte da prova.
A corrida foi marcada por
disputas intensas, com exceção de João Henrique, que de fato escalou o grid. Os
demais pilotos travavam batalhas estratégicas, com ganhos e perdas de poucas
posições. Malta e Lucio perderam algumas colocações e viram o pódio escapar.
Luís Duarte vivia sua melhor participação até então, oscilando entre 12º e 13º,
até que seu kart quebrou no início do último terço da prova, forçando-o a
terminar em último. Já Frederico Freitas, que também buscava seu melhor
desempenho, contou com um kart confiável e cruzou a linha de chegada em 14º,
sua melhor posição na FKBH.
Fernando Stricker, o grande
campeão da temporada, já havia garantido o título na etapa anterior, daí vem o
título deste artigo: não deixe para a última hora. No início do último
terço da prova, enquanto brigava pelo 10º lugar, acabou rodando e finalizou em
17º. Bruno Lima, por sua vez, conduzia seu kart com habilidade digna de pódio,
mas, nas voltas finais, cometeu um erro e terminou em 20º.
O grande destaque foi João
Henrique. Saindo das últimas posições, ele estava no espírito do rock’n’roll, bom
como a trilha sonora de seu vídeo. Logo na largada, ganhou quatro posições e,
ao final da primeira volta, já ocupava a 11ª colocação. Na terceira volta, já
figurava em 6º. Seu estilo agressivo de pilotagem rendeu a melhor volta da
corrida, sendo ele e Sérgio os únicos a registrarem tempos abaixo de 1 minuto.
No entanto, sua ousadia também resultou em toques com outros pilotos, que,
embora tenham desestabilizado alguns pilotos, não causaram maiores prejuízos.
Faltando apenas três voltas para
o final, João Henrique assumiu a liderança e cruzou a linha de chegada em
primeiro, seguido por Mateus Marlon, Sérgio Salomão, Renato Americano e
Henrique Matos.
Em 2018, ex piloto e até então bicampeão da FKBH Thiago
Lunard liderava o campeonato daquela temporada em busca do tri quando choveu
nas 3 últimas etapas. Este fator ocasionou uma virada de Luciano Hudson, que se
sagrou campeão naquele ano, tornando a chuva o trauma de Lunard e o Trunfo de
Luciano.
Como podemos perceber, a chuva pode ser cruel no
Motorsport. Ela é o fenômeno nivelador da pista, trazendo o talento do piloto à
tona, e tornando o kart secundário.
A 12ª etapa da FKBH trouxe elementos dignos de uma final.
Um piloto com chance de antecipar o título e outros três com chances com uma
missão de empurrar esta decisão para a última etapa, faltava apenas um
ingrediente para aumentar esse drama, e creio que vocês já sabem qual será
ingrediente me refiro. Sim, a chuva.
Fernando Stricker começou a etapa como líder isolado do
campeonato com 193 pontos. Em 2021 e 2022 havia sido vice campeão. Em 2023
outro vice, o campeonato havia escapado nas últimas etapas, assim como Lunard
em 2018. A existência do tabu é clara, e essa sequência de vices era um
fantasma que precisava ser exorcizado. A pressão era enorme, apesar da
liderança com folga na temporada 2024.
Dessa a largada o cuidado dos pilotos em manterem os
karts na pista era evidente, a pista era muito escorregadia. A curva 7 foi a
curva que mais fez vítimas.
João Henrique e Bruno Lima dispararam nas duas primeiras
posições deixando a briga com Mateus Marlon e Pablo Nascimento. Bruno Lima era
um dos postulantes ao título e fez o seu dever de casa, chegando na segunda
colocação. Henrique Matos e Renato Americano precisavam fazer o mesmo dever de
casa, mas tiveram atuações discretas. Bruno precisava contar agora com um
desastre de Stricker para manter o viva suas chances de título.
Se Bruno torceu por isso, parece que começou a dar certo,
pois na volta 3 Stricker se distraiu ao olhar pra trás na curva 4 e rodou
sozinho na reta. Estaria o título ameaçado? Outro vice estaria encomendado? A
chuva teria feito outra vítima?
Foram 16 posições de prejuízo pro piloto que seguia na
terceira posição. O jeito é botar a cabeça no lugar e remar novamente, e foi
isso que o duende verde fez. Stricker colocou a cabeça no lugar, encontrou um
ritmo confortável e foi escalando o pelotão.
Faltando uma volta para o final outro susto, nova rodada, desta vez na
curva 8. O destino realmente estava disposto a tirar o título de Stricker, mas
não foi o suficiente. O duende verde chegou na 14 colocação, colocou 4 pontos
no bolso, e com a 21ª posição de Henrique e o 10° lugar de Americano, essa
pontuação foi o suficiente para finalmente Stricker conseguir gritar é Campeão
depois de tantas chances perdidas.
PARABÉNS AO CAMPEÃO, muito merecido. Stricker é a prova
de que nada resiste ao trabalho duro e a persistência.
Seguimos agora para a última etapa, com um vice campeonato aberto. A segunda colocação de Bruno colocou ele na terceira colocação com 171 pontos, Americano assume a vice liderança com 173 pontos e Henrique cai de 2º para 4º com 170. Correndo por fora, Pedro Giovannini com 160 e Mateus Marlon com 158 esperam conseguir suplantar os adversários na última etapa. Façam suas apostas!
Dúvida? Nas últimas 3 etapas apenas Pedro Giovannini e a
Família Hudson subiu ao pódio mais de 1 vez!
A décima etapa da FKBH contou com qualify para definir o
grid de largada. Pablo Nascimento, retornando do DM por conta de uma cirurgia
no joelho, surpreendeu a todos e conseguiu garantir a pole.
Na largada porém o espírito de Lando Norris tomou conta do Chinelinho
e ele não tracionou bem, perdendo posições até estacionar no quinto lugar. Méritos
de PJ que saltou muito bem e assumiu a ponta. Superaram o pole ainda Luciano,
Caio Félix e Pedro Giovannini.
Um pouco mais atrás briga Titãs entre Cris Hamilton, Pedro
Castro, Mateus Marlon, Bruno Lima e Sérgio Salomão. Pedro Castro ainda quase
ocasionou um verdadeiro strike quando no final da reta seus freios travaram e
ele passou direto na curva, atingindo lateralmente Bruno Lima. Apesar do susto,
ninguém foi jogado pra fora ou se machucou. O que não impediu Bruno proferir
bons palavrões. Que a FIA não veja isso, senão o piloto terá que prestar
serviços comunitários. Apesar de não parecer, essa disputa valia a 14ª
colocação!
Na busca por recuperar as posições perdidas, Pablo seguia de
perto o pelotão da frente quando se distraiu na curva 3 e acabou rodando
sozinho. Melhor para Fernando Stricker e João Henrique que herdaram as posições. Pablo ainda conseguiu
buscar os pilotos e recuperar a posição que perdeu para Stricker, mas na
disputa com João na penúltima volta acabou rodando mais uma vez sozinho, desta
vez perdendo mais posições ainda e finalizando a prova em 10. De consolação
levou a volta mais rápida.
No pelotão da frente Caio e Pedro Giovannini escalavam as
posições tentando alcançar PJ que começava a se distanciar. PJ que tinha uma
vantagem confortável apresenta sinais de cansaço e permite que Giovannini e
Caio se aproximem, mas não vendeu barato sua liderança. Após segurar por boas
voltas, PJ sucumbiu ao piloto do time PPK e ao seu companheiro da
Apocalippticos.
Mas não se engane ao achar que a disputa se resumiu a esses
dois grandes talentos da FKBH. Caio e Giovannini protagonizaram um duelo pela
vitória de encher os olhos, com os dois disputando ferrenhamente a vitória. Mas
faltando duas voltas para o fim, Caio superou Giovannini e ainda trouxe PJ e
Luciano de carona. Giovannini que experimentou a liderança por tantas voltas se
vou cair de 1° para 4° em poucas curvas, mas ainda conseguiu recuperar a
posição de Luciano e encerrar a décima etapa com uma boa, mas amarga 3ª
colocação. Melhor para os Apocalippticos Caio e PJ que somaram o maior número
de pontos na etapa.
Faltam 3 etapas para o encerramento e Stricker segue
liderando com certa vantagem apesar de uma corrida apagada, para a sua sorte os
vice líderes Americano, Henrique, Bruno e Cris não chegaram perto da disputa
pelo pódio. Será que o Duende Verde vai conseguir administrar a folga e buscar
o sonhado título? Não se engane. Em um campeonato em que o resultado de uma
prova muda em 3 voltas, não haverá nada decidido antes do dia 30/11 as 15:45.
A
nona etapa de 2024 da FKBH teve desempenhos que nos remontam ao Grande Prêmio
de Monza de 1976 e à declaração do repórter no filme Rush – no limite da emoção
que disse: Ronnie Peterson leva a vitória aqui em Monza, mas todos os olhares
vão para Niki Lauda que finaliza em um brilhante quarto lugar!
Na
epopeia desta corrida da FKBH os pilotos que realizaram um feito épico não
fizeram um retorno às pistas após um acidente como Niki Lauda, entretanto foram
tão magistrais na conquista de suas posições no pódio que nossa imaginação é
conduzida a parafrasear a afirmação do repórter: Pedro Giovannini leva vitória
no RBC, mas todos os olhares vão para Lúcio Diniz e Otacílio Martins que
finalizaram em brilhantes terceiro e quinto lugares respectivamente!
Cada
um destes pilotos enfrentou desafios e um enredo diferente em suas singulares
corridas. Numa etapa de grid invertido Pedro Giovannini largou na ponta com
Lúcio Diniz ao seu lado formando a primeira fila. Mateus Marlon largou de
terceiro assumindo a segunda colocação nas primeiras curvas após a largada. A
partir de então Lúcio conduziu seu kart 143 sem erros, de forma cerebral
garantindo seu terceiro lugar no pódio sem conceder oportunidades de
ultrapassagens a Bruno Lima que terminou em quarto. Se a oportunidade de chegar
em terceiro deixaram Lucio no limite da emoção e com as mãos suando por debaixo
das luvas isso não sabemos. Estes são alguns dos sutis detalhes que nos
encantam neste esporte a motor: o íntimo, por vezes não revelado, das emoções e
pensamentos de cada piloto no decorrer curvas e voltas até a bandeirada. O que
sabemos é que Lucio foi irretocável durante todas as 22 voltas!
Outro
protagonista desta epopeia foi Otacílio que encarou uma corrida de escalada
veloz do pelotão até um lugar ao sol. Disparando de 12º no grid Otacílio
avançou 5 posições na largada e na segunda volta ultrapassou João Henrique.
Grande parte do desafio havia sido superado em tão apenas 2 voltas, entretanto
faltava uma derradeira ultrapassagem. Prestes a entrar na segunda metade da
corrida Otacílio repetiu a manobra realizada contra João: emparelhou na reta
oposta, desta vez ao lado de Renato Americano, ficando por dentro na entrada da
ferradura conquistando a posição. Enquanto Lúcio parecia frio e firme no manejo
de seu kart, Otacílio parecia dançar com seu kart 139 com leves derrapadas aqui
e ali, inúmeras vezes sustentando sua posição contra ofensivas que algumas
vezes resultavam em choques sem prejuízo para os envolvidos. Após ocupar a
quinta posição ainda restava a Otacílio uma última prova de fogo: sustentar a
posição contra a investida do bicampeão Sérgio Salomão por intermináveis 5
voltas. Missão cumprida com sucesso e quinto lugar na mão!
Após 22 voltas Pedro Giovannini levou a vitória seguido por Mateus Marlon, Lúcio Diniz, Bruno Lima e Otacílio Martins. Henrique Dalcomune cravou a volta mais rápida na 17ª volta. Fernando Stricker, líder do campeonato, concluiu sua participação em oitavo.
Ainda era dia 03/08, mas o piloto João Henrique daria um
presente ao seu pai antecipadamente, na oitava etapa da temporada.
Em uma largada excepcional, onde juntou o tempo ótimo de
reação a um motor bem ajustado do kart, João Henrique saltou do sexto lugar
para primeiro, acabando de efetuar as ultrapassagens antes da primeira curva!
Fernando Stricker, que estava largando da pole, seguido de
Luciano Hudson, teve que ver sua liderança acabar em segundos. Já o Luciano viu
o filho assumir a ponta e teve que brigar para manter a posição, com Sérgio
Salomão e Henrique Matos na cola.
A partir daí o que se viu foram dois blocos distintos se
formando. João Henrique, Luciano e Stricker, seguidos por Sérgio e Henrique em
briga frenética.
No bloco de trás, Bruno Lima, com um kart inferior, não
tinha outra alternativa a não ser fazer uma corrida defensiva, criando
dificuldades para os pilotos que vinham atrás. Renato Americano passou quase
toda a corrida tentando a ultrapassagem para a sexta colocação, e ao mesmo
tempo sendo pressionado por Mateus Marlon e Lúcio Diniz.
Nas últimas voltas, tanto o Henrique quanto o Renato
conseguiram a ultrapassagem nos seus oponentes.
Desta foram, os cinco pilotos que subiram no pódio foram:
João Henrique, Luciano Hudson, Fernando Stricker, Henrique Matos e Sérgio
Salomão. Comemoração especial de pai e filho, juntos no pódio fazendo
dobradinha.
A oitava etapa também marcou também o retorno de Ricardo
Araújo ao grid da FKBH.
A sétima corrida da temporada, dia 06/07, iniciou com Pedro Castro largando na pole seguido de Cris Hamilton, Renato Americano, Bruno Lima e Pedro Giovannini. Logo na largada Americano assumiu a segunda posição enquanto Cris se defendia para não perder o terceiro lugar para Giovannini, e nem para Bruno.
No
decorrer da primeira volta um enrosco entre Otacílio e Luciano apresentava um
prelúdio do que estava por vir: uma corrida com os nervos à flor da pele. Os
pilotos se envolveram em diversos pequenos toques ao longo das 19 voltas da
etapa que variavam de pequenos esbarrões a espalhadas e freadas fortes no
ímpeto de lograr uma ultrapassagem. Toques estes que não apresentavam prejuízos
aos envolvidos, porém atiçavam os ânimos. Além dos toques ao menos 5 pilotos
rodaram ou apararam a grama em diversas oportunidades e pontos do circuito. Mais
uma vez expondo a difícil tarefa de manter o kart na pista com ritmo forte e
precisão.
Aqueles
que tinham as emoções em ordem e um kart regular tiraram bom proveito da
corrida ora ultrapassando ora simplesmente herdando posições de adversários que
espalhavam ou rodavam. Pedro Castro e Americano foram bons exemplos disso
sustentando suas posições de início. Quando Pedro Giovannini, que vinha muito
forte, conseguiu ultrapassá-los faltando apenas 3 voltas para o final viu seu
kart abandoná-lo frustrando uma vitória que se construía com paciência levando-o
a concluir a etapa na 15ª posição. O consolo foi a melhor volta anotada na
última oportunidade.
Cris,
João Henrique e Bruno disputaram posições logo na largada e no último terço da
prova fechando o pódio. Fernando Stricker o líder do campeonato teve uma
corrida de resultado tímido, nono lugar.
Desta forma Pedro Castro confirmou sua segunda vitória na temporada seguido de Renato Americano com seu 4º pódio, Cris Hamilton em terceiro também teve seu 4º pódio, João Henrique teve seu 3º e Bruno Lima fechou o pódio da etapa confirmando o seu 4º pódio da temporada. Quando os nervos ficam à flor da pele aqueles que gerenciam melhor suas emoções são também os mais bem sucedidos no asfalto!
A sexta etapa da FKBH, realizada no RBC contou com um grid iniciado por Mateus Marlon, Renato Americano, Henrique Matos, João Henrique e Emerson Chagas nas 5 primeiras posições. Fernando Stricker, líder do campeonato largou na sexta posição.
Largada realizada e não demorou muito para que as disputas se acirrassem já nas primeiras voltas. Mateus fortemente atacado desde as primeiras curvas perdeu a liderança ao final da primeira volta para Stricker que efetuou uma largada bem forte.
Ainda combativo Mateus conseguiu segurar por mais algumas voltas o restante do grid, o que permitiu que Stricker abrisse larga vantagem.
Mateus, Americano, Henrique, Pablo, João e PJ vinham alternando ultrapassagens e posições durante mais da metade da prova, o que ajudou a compactar o pelotão.
Na volta 13, PJ tenta atacar por dentro mas espalha e atinge Renato Americano e os dois rodam. Com o incidente ainda engavetam João, Pablo e Luiz Malta. Pedro Giovannini ainda tenta desviar mas o impacto faz a corrente do seu kart soltar marcando fim de prova. CAOS!
Porém, do CAOS surge Cris Hamilton. Largando de 14° e fazendo uma excelente prova, Cris incorporou não só o apelido Hamilton, como também a estrela do Patrão de tirar o melhor de cada situação caótica. Com um reflexo digno do heptacampeão de Fórmula 1, Cris conseguiu desviar do engavetamento e saiu ileso, livre para perseguir Henrique Matos até o final, quando o ultrapassou a 3 voltas para o fim e garantiu o segundo lugar. Dizem que sorte é quando a capacidade encontra a oportunidade, e nesse caso “os Hamilton’s” são virados pra lua. Não desperdiçam nenhuma oportunidade. Parabéns ao Cris pela brilhante corrida largando do fundo do grid e chegando ao segundo lugar.
Quem venceu? Ah, claro que o Stricker. O Duende Verde já havia aberto grande vantagem no início aproveitando das disputas pela segunda posição que não o ameaçaram. Com o incidente entre PJ e Americano a vantagem foi ainda mais ampliada, garantindo uma vitória confortável e uma liderança isolada no campeonato.
Confiram os 10 primeiros da sexta etapa da FKBH:
01 – Fernando Stricker
02 – Cristiano Hamilton Gonçalves
03 – Henrique Matos
04 – Pablo Nascimento
05 – João Hudson
06 – Lúcio Diniz (largando de 15°!!!)
07 – Paulo PJ Jorge
08 – Arthur Carmardelli
09 – Luiz Malta
10 – Renato Americano
A próxima etapa será no dia 06 de Julho. O que nos espera?